No dia 20 de Outubro, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, havia anunciado a compra da CoronaVac. No dia seguinte, 21 de Outubro, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) desautorizou o ministro, dizendo que não vai comprar a vacina "chinesa". Seriam 46 milhões de doses que somadas às 40 milhões da CoVax (acordo global da OMS) e 100 milhões da Universidade de Oxford/AstraZeneca - em parceria com a FioCruz, seriam 186 milhões de doses, o que não imunizaria todos os 210 milhões de brasileiros, mas ajudaria muito. Em suma, Bolsonaro prefere fazer guerra contra o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), do que pensar no bem-estar da população brasileira, tudo somente para atender os interesses dos estadunidenses, em uma vassalagem sem precedentes.
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