Bem-vindo, Fevereiro!

Janeiro se foi, e ninguém imaginava que demoraria tanto assim. Enfim, Fevereiro chegou, e o primeiro dia deste mês promete. A priori, haverá a retomada das atividades do Poder Legislativo em todo o Brasil, em especial, as eleições para a presidência da Câmara dos Deputados e do Senado. Parlamentares escolherão os chefes do Legislativo para o próximo biênio. Quem substituirá Rodrigo Maia (DEM)? Arthur Lira (PP) ou Baleia Rossi (MDB)? Quem substituirá Davi Alcolumbre (DEM)? Rodrigo Pacheco (DEM) ou Simone Tebet (MDB)? Façam suas apostas. Ademais, no primeiro dia de Fevereiro, está marcado para acontecer em todo o Brasil uma paralisação geral dos caminhoneiros, que estão insatisfeitos com o aumento do ICMS (imposto que influencia nos preços dos combustíveis). Se ocorrer, de fato, a greve pode afetar ainda mais a crise econômica que já está agravada por conta da pandemia. Ainda assim, temos notícias boas. A vacinação no Brasil, iniciada em 17 de Janeiro, já alcançou a marca de mais de 2 milhões de imunizados. A propósito, a vacina da Johnson&Johnson, desenvolvida pela subsidiária Janssen, atingiu 66% de eficácia sobre casos moderados e graves, de acordo com o último estudo relacionado aos resultados da fase de testes do imunizante. A vacina da Johnson utiliza vetor viral como estímulo à resposta imunológica, é aplicada em dose única, armazenada entre 2º e 8ºC, e se mantida sob uma temperatura de -20ºC, pode ser conservada por até 2 anos. A vacina da Johnson interessa o Ministério de Saúde, uma vez que a farmacêutica estadunidense pode pedir à Anvisa a autorização do uso emergencial do imunizante, pois o mesmo já foi testado no Brasil, sendo isto um critério exigido pela agência reguladora. 

Comentários