Retorno às aulas presenciais, uma discussão está girando em torno deste assunto. Voltar ou não para a sala de aula? Enquanto uns defendem, outros discordam. De fato, o ensino remoto "quebrou o galho" em 2020, mas prejudicou o aprendizado, especialmente, das crianças e adolescentes. A falta de interação física entre aluno e professor devido ao distanciamento social provocado pela pandemia vem sendo uma queixa recorrente dos pais. Professores, por sua vez, planejam voltar às aulas presenciais, porém, desde que sejam vacinados, uma vez que, a vacinação que está ocorrendo no país é entre grupos prioritários, no caso, profissionais da área da saúde, idosos, indígenas e quilombolas. Colocar professores no grupo prioritário é uma questão judicial que somente o STF e o Ministério da Saúde podem resolver, embora isso acirre ainda mais a discussão entre as esferas sociais, pois outras categorias que não estão inseridas na primeira fase da imunização no país poderão considerar a medida como desigual e injusta. Ainda assim, vale lembrar que, mesmo com o retorno às aulas presenciais e o cumprimento dos protocolos sanitários como uso de álcool em gel, uso de máscara, distanciamento social e aferição de temperatura, a transmissão do coronavírus continua suscetível, pois nem todas as instituições de ensino possuem salas com ventilação natural, e esta desvantagem favorece a circulação do vírus nesses ambientes. Retornar às aulas presenciais é uma questão de reestimular a cognição e a interação social das crianças, adolescentes e jovens.
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