Uma Páscoa de Esperança. Assim podemos definir este fim de semana que relembra a morte e ressureição de Jesus Cristo. O motivo: ainda estamos na pandemia do novo Coronavírus (Sars-Cov-2), e o momento faz jus ao fato de muitas pessoas não poderem reunir familiares para a tão aguardada ceia ou ir aos templos religiosos para celebrar esta importante festa. A propósito, desde quando o coelho é o verdadeiro protagonista da Páscoa? O contexto da Páscoa vai muito além disso. O origem da Páscoa vem da saída dos hebreus do Egito, onde viveram escravizados durante 400 anos. Pessach, termo em hebraico equivalente à "Páscoa", é uma das primeiras festas do calendário judeu. Antes de ser traído e entregue às mãos dos romanos, Jesus celebrou uma última ceia com os 12 apóstolos, e nela Ele explicou o significado do pão e da uva para aquele ato simbólico: pão - corpo, que seria ferido pela salvação da humanidade, uva - sangue que seria derramado pela remissão dos nossos pecados. Páscoa significa muito mais do que ovos de chocolate. Esta data não é apenas uma ocasião litúrgica, seu impacto no nosso cotidiano vai muito além das nossas percepções. Portanto, vale a pena refletir.
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