A pandemia do novo Coronavírus (SARS-CoV-2) já infectou mais de 167 milhões de pessoas, causando 3,46 milhões de mortes em todo o globo. Por outro lado, 1,67 bilhão de indivíduos já se vacinaram, o que representa 21,46% da população mundial, ou seja, o número de imunizados é dez vezes maior que o de contaminados. Embora isso, a imunidade coletiva ainda está longe de ser alcançada a nível global, mas alguns países já desfrutam disso ou estão próximos de fazê-lo. Gibraltar, Seychelles, Ilhas Malvinas, Israel e Emirados Árabes Unidos já vacinaram mais de 70% de suas populações. Estados Unidos, Reino Unido, Portugal e Espanha estão se aproximando deste índice. O Brasil já vacinou 42 milhões de pessoas até o momento, e somente 20,6 milhões receberam a segunda dose. Apesar da queda média de óbitos nos últimos dias, a OMS informou que o número de mortes causadas pela Covid-19 no Brasil é três vezes maior. Com a terceira onda a caminho, vacinação em passos lentos, variante indiana, e a chegada do inverno, o maior país da América Latina pode ficar mais distante de sair desta crise sanitária. Afinal, o que deve ser feito para contornar a situação?
- Estabelecer barreira sanitária em todos os aeroportos, rodovias e hidrovias.
- Aumentar o quantidade de testes antígeno e RT-PCR para detecção do vírus.
- Isolar e monitorar infectados.
- Acelerar a vacinação para os grupos prioritários.
- Manter abertos os hospitais de campanha até a queda significativa das taxas de contágio.
- Propor toque de recolher nacional ou quarentenas locais.
- Punir quem promove aglomerações.
- Prorrogar benefícios à população mais vulnerável como o auxílio emergencial, e aos trabalhadores com o benefício emergencial.
- Isentar impostos para comerciantes e condutores.
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