O ministro da Economia Paulo Guedes virou de quase esquecido a centro das atenções nos últimos dias.
O motivo: ele é sócio de uma empresa offshore, ou melhor, uma empresa cujo capital encontra-se guardado e protegido em paraíso fiscal, no caso, nas Ilhas Virgens Britânicas, cujo valor é de 9,5 milhões de dólares.
Tudo isto veio à tona graças ao Pandora Papers, cuja repercussão global é nítida, pois diversos líderes mundiais e executivos estão envolvidos neste escândalo.
Guedes não está sozinho, tem outros patriotas com ele, dentre eles, Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central, Flávio Rocha, dono do Grupo Guararapes (Riachuelo), os sócios da Prevent Senior (empresa de assistência médica alvo de investigações na CPI da Pandemia), fora outros empresários.
Diante das acusações, Guedes nega ter cometido irregularidades.
A indignação deste caso deve-se ao fato de que a valorização do dólar atrelada ao aumento da inflação fez com que Guedes e outros brasileiros com contas bancárias em paraísos fiscais ficassem mais ricos, enquanto o povo brasileiro enfrenta dificuldades como a fome e o desemprego.
Uma coisa é fato: embora seja incompetente ao colocar em prática tudo o que aprendeu em Chicago, Guedes não vai cair.
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