Hoje assisti "Furiosa: Uma Saga Mad Max". Uma coisa já sabemos: George Miller, além de roterista e produtor, é o diretor de todos os filmes da franquia, e convenhamos: não dá para imaginar outra pessoa estando à frente deste blockbuster que não seja ele. Para que a experiência fosse memorável, fui conferir o filme em uma sala IMAX. A princípio, o que tinha chamado mais a atenção foi fotografia, o que faz jus à qualidade da obra. A trilha sonora é 100% instrumental. Um jeito diferente de prender a atenção do telespectador do início ao fim foi dividir o filme em capítulos ou atos, uma verdadeira história por etapas. Para quem não sabe, "Furiosa: Uma Saga Mad Max" é o prequel de "Mad Max: Estrada da Fúria" (2015), que terá uma continuação, com estreia prevista para 2025.
[ALERTA DE SPOILERS] Se você ainda não assistiu ambos os filmes, seguir em frente é por sua conta.
"Mad Max" se passa em um futuro distópico, onde a sociedade colapsou, e o petróleo é a principal fonte de energia, sendo também, a principal moeda de troca por recursos como água e alimentos. Toda a trama é construída no deserto australiano, onde há vários locais com características peculiares: "Cidadela", uma cidade controlada pelo tirano Imortan Joe; "Vila Gasolina", uma refinaria considerada a "galinha dos ovos de ouro" do Deserto, cujo controle é disputado pelos vilões Imortan Joe e Dementus; a "Fazenda da Bala", um grande centro logístico bélico, que abastece todo o Deserto, e a "Vale Verde", um lugar abundante, harmônico, pacífico e organizado, onde a Furiosa convivia com a família, até ser sequestrada pelos motociclistas de Dementus.
Para conferir mais detalhes sobre a minha análise do filme, clique no link abaixo:
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